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Suco de pêssego é bom para o coração e previne câncer

suco-de-pessego-e-bom-para-o-coracao-e-previne-cancerO pêssego, fruta originária do pessegueiro, é proveniente da China e espalhou-se pelo mundo através da antiga rota da seda. De sabor doce e aroma suave, esta fruta de cor alaranjada é um alimento bastante saudável que só proporciona benefícios à nossa saúde. O pêssego pode ser consumido em forma de suco, geleia, doces, tortas, bolos e puro, in natura.

Possui poucas calorias (cada unidade possui, em média, 50 calorias), considerável quantidade de fibras e é rica em vitamina C e pró-vitamina A. Devido às suas propriedades, o suco de pêssego é um ótimo remédio caseiro para o coração e atua na prevenção do câncer.

Cuida do coração e previne câncer

O pêssego é uma fruta rica em ferro e vitamina K, duas importantes substâncias na manutenção da saúde cardiovascular e de um coração saudável. A vitamina K atua impedindo a coagulação do sangue e protege contra várias doenças cardíacas; já o ferro mantém o sangue saudável e atua na prevenção contra a anemia ferropriva (anemia por deficiência de ferro).

O licopeno, luteína, flavonoides e carotenos antioxidantes presentes nos pêssegos também ajudam a reduzir o risco de desenvolver doenças cardíacas, pois eliminam as toxinas, gorduras e impurezas do organismo, melhorando, assim, o funcionamento do coração. Esta fruta também é rica em antioxidantes, com destaque para o ácido clorogênico, conhecido por proteger o organismo contra o cancro e outras doenças crônicas. As fibras presentes no pêssego auxiliam no bom funcionamento do intestino, evitando, assim, a prisão de ventre e ajudando na prevenção do câncer de intestino.

Demais benefícios do pêssego

Ajuda a retardar o processo de envelhecimento da pele;

Reduz o risco de doenças relacionadas com os rins e ajuda a limpar a bexiga;

Auxilia na perda de peso;

Atua na saúde dos olhos.

Fonte: R7 Saúde.

Especialista estima que 30% da população mundial sinta dor crônica

imagesA dor afeta 80% da população mundial e 30% sofrem seus efeitos de forma crônica, tornando-se um problema de saúde pública, segundo números divulgados nesta terça-feira (7) no âmbito do XV Congresso Mundial da Dor em Buenos Aires.

No encontro, que reúne 4 mil especialistas do mundo todo e que se estenderá até sábado, advertiu-se que o percentual de pessoas afetadas pela dor aumentará, devido à expectativa de vida maior.

“Quando estudei medicina, se uma pessoa sentia dor de barriga, ia a um gastroenterologista. Se tinha dor muscular, ia a um traumatologista e assim se pensava que, ao curar a doença, a dor desaparecia”, lembrou o médico espanhol Fernando Cerveró na conferência.

No entanto, quando “a dor não passa ou existem dores que não têm um ponto específico, então não é mais um sintoma, mas uma doença em si”, disse o especialista, presidente da Associação Internacional de Estudo da Dor (IASP, segundo a sigla em inglês).

Para Cerveró, o reconhecimento da dor como doença foi um dos avanços mais importantes dos últimos anos e compreende várias facetas: a médica, a psicológica, a social e a ambiental, segundo o comunicado.

“Atualmente, milhões de pessoas morrem todos os anos sentindo algum tipo de dor moderada ou severa, sem acesso ao tratamento adequado da dor”, afirmou o especialista Srinivasa N. Raja, presidente do Comitê do Programa Científico.

Um dos temas dos expositores no Congresso são os últimos estudos em moléculas para encontrar medicamentos que não produzem efeitos colaterais em tratamentos oncológicos e métodos para medir objetivamente a dor através de imagens cerebrais.

Fonte: Bem Estar.

Movimento Outubro Rosa terá hoje Passeio Ciclístico da Unimed Ceará

Outubro-Rosa-banner-12.09.2014Nesta quarta-feira, dia 08 de outubro, a programação oficial do Movimento Outubro Rosa, em Fortaleza, contará com o Passeio Ciclístico Rosa, promovido pela Unimed Ceará. A ideia é sensibilizar as mulheres para a necessidade de exames regulares, a importância do autocuidado e a adoção de hábitos saudáveis para minimizar os riscos do câncer de mama. O Passeio Ciclístico já é uma atividade tradicional da Unimed Ceará, que ocorre todas às quartas-feiras à noite, de forma gratuita.

A concentração será a partir das 19 horas, com saída às 20 horas, no Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Unimed Ceará, localizado na Rua Nogueira Acioli, 925. Os 250 primeiros inscritos que doarem uma ou mais latas de leite em pó ganharão uma camisa rosa do evento. Além disso, os participantes irão dispor de batedores, carro de apoio, ambulância, água, suco e poderão alugar bicicletas no local pelo valor de R$ 15.

Ao longo do mês de outubro, a Unimed Ceará também irá realizar outras ações para clientes e colaboradores, como a adoção do uniforme rosa no atendimento, a distribuição de lacinhos, além da tradicional iluminação da fachada na cor do movimento.

Sobre o Movimento Outubro Rosa (Contato: Valéria Mendonça – (85) 9663.0822)

Criado nos Estados Unidos na década de 90, o movimento Outubro Rosa se espalhou pelo mundo levando à sociedade a importância de prevenção ao câncer de mama, com foco no autoexame. No Brasil, o movimento teve início em 2002 quando um grupo de mulheres teve a iniciativa de iluminar de cor de rosa o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. Com o passar do tempo, os governos e organizações foram desenvolvendo ações relacionadas à campanha, que se tornou internacional.

Serviço – Passeio Ciclístico Rosa
Data: 08 de outubro
Horário: 19h – concentração / 20h – saída
Local: Rua Nogueira Acioli, 925
Inscrição: uma ou mais latas de leite em pó
Aluguel de bicicletas no local: R$ 15

Uso incorreto das lentes de contato pode provocar cegueira

11_35_52_365_fileAs lentes de contatos ganham cada vez mais adeptos. Além de corrigir os problemas da visão, elas proporcionam praticidade, qualidade de vida e ajudam na estética do rosto. No entanto, de acordo com a oftalmologista Kátia Mello, o uso indiscriminado do material, a falta de manutenção e o manuseio inadequado podem causar graves problemas oculares, que vão desde uma simples irritação até a cegueira.

Kátia afirma que antes de começar a usar as lentes de contato, seja para fins estéticos ou para corrigir problemas na visão, a pessoa deve procurar um oftalmologista, que fará avaliações e indicará o tipo de lente mais adequado para o paciente, além de fornecer as orientações necessárias.

“Nem todos estão aptos a usar as lentes de contato. Pessoas com doenças na córnea, inflamações ou irritações geralmente não são indicadas a usar esse material”.

Segundo a especialista, a troca dos óculos pelas lentes de contato deve ser feita com o acompanhamento de um especialista, já que as especificações dos produtos são diferentes. “É importante alertar que a receita de óculos não é a mesma para lentes de contato. A indicação das lentes requer consultas e exames específicos para este fim”.

Para não sofrer com problemas decorrentes do mal uso das lentes de contato, a especialista dá dicas de como utilizar e realizar a manutenção do produto. Veja:

Não use soro fisiológico, nem água boricada, para limpar as lentes. Estas substâncias não limpam, nem retiram os depósitos de gordura das lentes, podendo, inclusive, contaminá-las ou causa reações tóxicas.

Para a limpeza, utilize somente a solução multiuso indicada pelo fabricante. As lentes devem ser limpas todos os dias, após o uso.

Troque seu estojo de lentes, no mínimo, a cada três meses, e o limpe semanalmente;

Ao fazer uso de maquiagem, coloque as lentes primeiro;

Nunca use as lentes de contato além do período recomendado pelo seu médico;

Ao sentir irritação, dor ou qualquer outro sintoma ocular durante o período de utilização das lentes, procure imediatamente o seu oftalmologista.

Fonte: R7 Saúde.

Unhas podem refletir problemas como falta de vitaminas e doença renal

8gsawx2epxeu449kdskthhr68Quem troca de esmalte como de roupa muitas vezes não percebe como anda o estado das unhas. É possível perceber se estão fracas ou quebradiças, mas as manchas brancas, os tons arroxeados e ondulações por muitas vezes passam despercebidos. Mas não deveriam. Sinais como esses podem mostrar que algo está fora da normalidade na saúde do corpo.

A dermatologista Tatiana Gabbi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que normalmente são as doenças crônicas que se mostram pelas unhas, como os problemas renais. “Normalmente, quando isso acontece, a pessoa já sabe que tem algum problema de saúde”, diz.

A nutricionista do Hospital Beneficência Portuguesa, Mirian Martinez, explica que a carência de vitaminas também reflete nas unhas. “A falta de vitamina costuma refletir nas células de multiplicação rápida, como unhas, pele e cabelo”, comenta. “E unhas fracas não mostram só ausência de cálcio, como muitos acreditam, pode sinalizar carência de outras vitaminas também”

A recomendação principal quando há algo de errado com as unhas é procurar um dermatologista para verificar se o problema é externo, como o contato com produtos químicos ou o excesso de uso de esmalte. Afastando essas causas, o médico vai pedir exames para verificar o que há de errado.

Unhas fracas: A falta de ferro e selênio no organismo deixa as unhas frágeis. Carência de zinco também deixa as unhas quebradiças e com manchas esbranquiçadas.

Unhas com ondulações: Aquele “degrau” que se forma na unha é um sinal de que ela parou de crescer por um período. “É mais comum em pessoas com câncer, por causa da quimioterapia”, explica ela. Em alguns casos, ela aponta, a unha chega mesmo a cair ou a apresentar uma infecção grave. Outros casos estão em febres prolongadas, principalmente em crianças e idosos.

Unhas arroxeadas: elas refletem a saúde cardíaca e circulatória, portanto procurar um médico é fundamental para afastar esses riscos.

Unhas com crescimento lento: O clínico geral e geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, Paulo Camiz, explica que problemas hormonais e metabólicos, com o diabetes, pode fazer com que as unhas cresçam mais lentamente. Verificar por meio de exames é a melhor saída.

Unhas quebradiças: mais uma vez a carência de vitaminas no corpo pode estar envolvida nisso. A nutricionista recomenda a consulta de um médico para um exame de sangue que verifique a situação das vitaminas no organismo. Se a carência estiver muito grande, é bom tomar suplementação. “Só se suplementa quando a deficiência é grande demais e tem uma patologia associada, como um problema renal que impede a metabolização de alguns nutrientes, e a ingestão oral não será suficiente”.

Nos outros casos, uma boa alimentação fará toda a diferença, além de proporcionar uma boa qualidade de vida.

Fonte: IG Saúde.

Não beber água causa mau hálito e outras doenças bucais

saudebucalaguarepreBeber bastante água mantém os níveis corretos dos minerais, estimula a salivação e ajuda na limpeza de toda a boca e dentes. É na água também que encontramos grande quantidade de flúor, fundamental para a prevenção a cárie. A saliva, que é a mais beneficiada pela ingestão de água, ajuda na digestão, na eliminação de bactérias, na prevenção do mau hálito e também da cárie. Enfim, a lista de benefícios dessa aliada da saúde bucal é enorme.

O certo é que as pessoas tomem de 2,5 litros a 5 litros de água por dia. Quando se bebe pouca água, o fluxo salivar diminui, o que causa o aumento de alimentos entre os dentes e, com isso, as chances de desenvolver cárie e problemas periodontais, além da halitose. “Além disso vamos desenvolver uma dificuldade para engolir os alimentos e o aproveitamento deles será prejudicado junto com a digestão. Se a boca começa o processo debilitada, todo o trajeto da comida será afetado”, diz Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da clínica Dental Saúde.

Saliva demais e de menos

Segundo o especialista, existem algumas situações ou substâncias que causam a famosa boca seca e por isso, podem ser evitados como: cigarro, alimentos muito salgados, estresse, medo, ansiedade, diabetes e alguns remédios. Essa secura bucal pode causar, além dos problemas já citados, aftas, sapinho e estomatite.

Já quando mascamos chicletes ou sentimos o cheiro de uma comida gostosa, nossa boca aumenta a produção de saliva. “Isso acontece porque o sistema nervoso central associa o cheiro bom de comida ao ato de comer e manda estímulos para as glândulas salivares que aumentam sua produção à espera da comida”, diz Alexandre. Em bebês, o excesso de saliva é sinal de que um dente está para nascer.

Saliva artificial

Para quem tem problemas com a salivação natural, já existe no mercado farmacêutico a saliva artificial. Esses estimulantes são vendidos normalmente em formas de spray e podem ser borrifados na boca várias vezes ao dia acabando com os sintomas de boca seca.

Embora muito usados hoje em dia, Alexandre prefere utilizá-los apenas em último caso. “É muito melhor quando fazemos um exame, descobrimos o real problema da boca seca e o tratamos. Às vezes é só começar a ingerir mais água e mudar a alimentação, que o problema já melhora muito. E beber água é uma solução bem mais saudável do que qualquer tipo de remédio”.

Tome cuidado com a água mineral

Se a água que você bebe é, na maioria das vezes, mineral, pode ser que a quantidade ideal de flúor não esteja chegando até você. Isso porque em 60% dos municípios do Brasil, o flúor é adicionado em quantidades ideais na água de abastecimento, a fim de auxiliar na saúde bucal da população. Porém, algumas marcas de água mineral (as vendidas em garrafinhas) não possuem essa quantidade determinada pelo Ministério da Saúde.

“Independente de qual tipo de água você costuma tomar, é importante procurar um profissional a cada seis meses para ver se há a necessidade de fazer uma reposição de flúor. Porque até mesmo as águas de abastecimento podem vir com a quantidade de flúor inadequada em decorrência do trajeto que a água percorre e até por conta das condições e do tempo do seu armazenamento”, diz Alexandre.

E já que o assunto é água, não se esqueça de fechar a torneira ao escovar os dentes. Do contrário, o desperdício é de mais de 10 litros de água. Isso é o que várias pessoas no mundo têm em um mês. Ao enxaguar a boca com a água do copo, a economia é de 3 litros de água‏.

Fonte: Terra.

Melancia e kiwi ajudam a hidratar o corpo

22owet64h9_1unif6jx1h_fileA todo momento o corpo perde água, seja durante a evacuação, suor e até mesmo a respiração. Em dias mais quentes e secos, essa perda aumenta, já que o corpo produz mais suor para regular sua temperatura. De acordo com a nutricionista Mirian Martinez, dias como esse merecem uma hidratação adequada, já que a água participa da maioria das reações que ocorrem no nosso corpo.

Segundo a especialista, a ingestão de alimentos ricos em água em sua composição ― como a melancia, melão e kiwi ― ajudam a equilibrar a hidratação do organismo.

Para manter o organismo hidratado e ajudar no funcionamento dos órgãos do corpo ― como o intestino ― a nutricionista listou cinco alimentos que auxiliam na reposição de água. Veja!

Melancia ― Composta por 92%, a fruta também possui vitaminas do complexo B, que facilitam a digestão e absorção de carboidratos, proteínas e gorduras; vitamina C, importante para aumentar a produção de glóbulos brancos; e a Vitamina A, que por sua vez mantém a integridade de células da pele e mucosas, que nos ajudam evitar infecções.

Melão ― “Assim como a melancia, possui baixo valor calórico e é super diurético. A cor alaranjada confere à fruta maior quantidade de carotenos, ou seja, tem antioxidantes de sobra para combater radicais livres e manter a pele em forma.” afirma a especialista

Pêssego médio ― Tem 89% de água e é importante para a prevenção de problemas relacionados à visão e à pele, por conter quantidades significantes de vitamina. Além disso, é muito pouco calórico.

Kiwi ― Com 84% de água em sua composição, além de vitaminas C, E, B6, niacina e potássio. Tem efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e anticancerígenos;

Morango ― possui 92% de água em sua composição e é muito versátil nas combinações. O ácido elágico presente na fruta evita oxidação das células (responsável por doenças e envelhecimento) e pode auxiliar na prevenção do câncer.

Fonte: R7 Saúde.

Tomar antibiótico antes dos 2 anos de idade aumenta risco de obesidade

obesidade2As crianças que são tratadas com antibióticos de amplo espectro antes dos dois anos de idade enfrentam um risco maior de desenvolver obesidade infantil, alertou um estudo americano publicado nesta segunda-feira (29).

A pesquisa, publicada na revista científica “JAMA Pediatrics”, é a mais recente a encontrar um vínculo entre problemas de peso e antibióticos, que combatem as infecções bacterianas, mas também afetam a benéfica microflora intestinal, que coloniza os intestinos.

Especialistas do Hospital Infantil da Filadélfia analisaram dados de saúde de quase 65 mil crianças, tratadas em clínicas de cuidados primários, entre 2001 e 2013. As incluídas no estudo foram acompanhadas por cinco anos.

Mais de dois terços das crianças estudadas foram expostas a antibióticos antes dos dois anos. O aumento do risco da obesidade variou entre 2% a 20% e foi observado, particularmente, em crianças que tinham sido tratadas com antibióticos quatro ou mais vezes aos 2 anos de idade. Estes antibióticos de amplo espectro, usados para combater uma série de bactérias, também estão relacionados com o risco de problemas de peso na infância.

“Nenhuma associação foi vista entre obesidade e antibióticos de espectro reduzido” destacou o estudo, que descreveu o uso de antibióticos de amplo espectro em crianças abaixo dos dois anos como um dos fatores relacionados à obesidade na infância.

O estudo recomendou que diretrizes de tratamento para doenças pediátricas comuns exijam limites no uso de antibióticos e a preferência por medicações de espectro reduzido.

Mais um motivo para evitar antibióticos

A prescrição inadequada e o uso excessivo destes antibióticos de amplo espectro também foram relacionados com a emergência de cepas de bactérias resistentes a medicamentos.

Nos últimos anos, as autoridades sanitárias americanas têm exigido dos médicos que reduzam a prescrição de antibióticos e também têm tentado educar os pais de que os vírus comuns não podem ser curados com antibióticos.

“Este estudo dá uma outra razão sólida para considerar com mais cuidado as razões para os usos de antibióticos e evitá-los sempre que possível”, afirmou Patricia Vuguin, endocrinologista pediátrica do Centro Médico Cohen en New Hyde Park, Nova York.

“Embora seja robusto, o estudo não foi capaz de considerar outras variáveis que contribuem para o risco de obesidade, inclusive dieta, prática de exercícios e histórico familiar de obesidade”, acrescentou Vuguin, que não participou do estudo.

As descobertas garantiram que estudos futuros que poderiam levar em conta outros fatores que influenciam a flora intestinal, inclusive o uso de probióticos e amamentação, disse Molly Regelmann, professora assistente de pediatria da Escola de Medicina Icahn do hospital Monte Sinai, em Nova York.

Fonte: Bem Estar.

Focar nas qualidades e ter atividades prazerosas melhoram autoestima

autoestima_1Muita gente se vê no espelho de forma distorcida e bem diferente da realidade. A imagem “reflete” uma pessoa mais gorda, mais feia e mais infeliz do que, de fato, ela é. Essa autoestima deturpada é construída ao longo da vida, nas experiências que tivemos e nas culpas que criamos. A boa notícia é que ela pode melhorar.

Segundo o psiquiatra Daniel Barros, todos nós temos fraquezas, e o que consideramos defeitos não pode se sobrepor ao restante e, principalmente, às nossas qualidades. Muitas vezes, o indivíduo se cobra demais; em outras, há interferências como perdas de pessoas queridas, solidão ou isolamento social, abusos físicos ou sexuais, fim de relacionamentos, relações tóxicas, doenças mentais, estresse, ansiedade, pressão, bullying, discriminação social, racial ou sexual, demissão do trabalho, pensamentos negativos, metas muito rígidas e até influências hormonais e obesidade – como explicou o endocrinologista Alfredo Halpern.

Em longo prazo, a baixa autoestima também pode levar a problemas mentais, consumo excessivo de álcool, alimentos, ansiedade, depressão e relacionamentos destrutivos. A autoavaliação sobre quem somos, quais são nossas habilidades, os aspectos positivos e negativos da nossa personalidade e as perspectivas sobre o nosso futuro deve estar em sintonia com a realidade. Isso porque autoestima de menos ou demais gera conflitos nas atividades diárias e nos relacionamentos.

Algumas dicas dos médicos para melhorar a situação são: escreva para entender a origem da baixa autoestima (faça um diário sobre as situações, reações e sentimentos que mexeram com a sua autoimagem), pense em uma defesa para cada sentimento negativo, deixe acessíveis objetos, cartas, fotos e presentes que lhe fazem bem, sorria mais e faça algo do qual você goste, seja no trabalho, em um voluntariado ou hobby. Além disso, estabeleça metas mais realistas e as cumpra, construa relacionamentos saudáveis, pense positivo e busque ajuda profissional quando precisar. E não desconte seus descontentamentos na comida, mas, sim, na atividade física.

Fonte: Bem Estar.

Dor de cabeça pode ser causada por desregulação de mecanismos cerebrais

485b6eafad4b4dc233929278565b67a9Dor de cabeça ou, cientificamente, cefaleia. Sente com frequência? Caso a resposta seja sim, você não está sozinho. Ela é a principal queixa da humanidade e a nona causa de ida ao médico. De acordo com a Sociedade Internacional de Cefaleia (SIC), são mais de 200 tipos e apenas 3% da população mundial está livre de ter alguma crise ao longo da vida.

Há, entretanto, um tipo de dor de cabeça que compromete a vida familiar, social e produtiva de 80% das pessoas que sofrem com o problema. Quem tem – e, no Brasil, esse número passa dos 30 milhões -, convive com crises que vêm e voltam recorrentemente, na maioria das vezes sem aviso prévio. É a enxaqueca.

“O processo doloroso interfere demais na qualidade de vida do indivíduo, porque é, normalmente, uma dor de forte intensidade associada a vários sintomas e que costuma piorar, podendo levar a pessoa a ficar acamada. Isso acaba interferindo no âmbito profissional, acadêmico, interpessoal”, justifica o neurologista Marcelo Ciciarelli, presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe).

Segundo ele, o impacto da enxaqueca pode ser medido, por exemplo, pelo índice elevado de ausência ao trabalho. “Uma pesquisa europeia recente revelou que 25% das pessoas com enxaqueca diária ou quase diária estão desempregadas”, descreve.

Ajuda médica

Segundo estudo recente publicado pela revista Cephalalgia, cerca de 18% das brasileiras e 6% dos brasileiros têm o problema. Apesar de, nos dois extremos (infância e velhice), os percentuais atingirem de forma equilibrada ambos os gêneros, por volta dos 30 anos a prevalência nas mulheres chega a ser quatro vezes maior.

Em Fortaleza, estima-se que haja 170 mil enxaquecosos. 85% deles têm mais de duas crises por mês. Diante dos sintomas – a maioria incapacitante – o primeiro passo é procurar ajuda médica. Com o tratamento adequado, é possível conviver com crises cada vez menos frequentes (e de menor intensidade), além de melhorar a qualidade de vida.

Sem marcador

Até 1962, indica o neurologista João José Carvalho, chefe do Serviço de Neurologia e coordenador da Unidade de AVC do Hospital Geral de Fortaleza, não havia um consenso internacional sobre a definição de enxaqueca. Isso porque, no caso das doenças sem um marcador biológico, como ela, o diagnóstico se baseia em critérios clínicos.

“No diabetes, por exemplo, o marcador é a glicemia. A medição comprova que o indivíduo tem a doença. Com as patologias sem marcador é diferente. O paciente não pode provar que está com dor, nem o médico que você tem enxaqueca. Por isso, a entrevista clínica é essencial para o diagnóstico”, diz o neurologista, que estuda o tratamento da dor de cabeça há 32 anos.

Hoje, a classificação da SIC já estabelece um consenso quanto aos principais sintomas desse tipo de cefaleia, que possui 16 formas de apresentação. A com aura e a sem aura são as duas principais.

Quando toca o alarme

Mas, afinal, o que causa a enxaqueca? Trata-se de uma doença biológica, genética e hereditária. “Não tem nada a ver com comida, com comportamento, com menstruação. Esses são modelos leigos que vêm há décadas e não resolvem o problema. A enxaqueca é uma desregulação que envolve mecanismos cerebrais do controle da dor. É um alarme que toca periodicamente, sem motivo. Todos temos esse mecanismo de alarme, que só é para disparar quando há um motivo; nos enxaquecosos ele é desregulado e dispara à toa”.

Quando o alarme está nessas condições, há duas formas de fazê-lo parar. A primeira é desligá-lo – essa é paliativa, emergencial. A outra, é regulá-lo para que não toque mais. Poderia ser só uma metáfora, mas é nela que residem os princípios para o tratamento.

Fonte: Diário do Nordeste.

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